Quem cresceu nos anos 80 teve uma enxurrada de filmes, de clássicos, que mostravam como era imaginado os distantes anos 2015 e seus carros voadores, muito prateado, design inspirado nos formatos aeroespaciais. Na época, ver um hoverboard era coisa de cinema! Adultos conservadores disseram, em troça: “Jovens… Um skate que levita!”.

O cinema nada mais é que o norteador do imaginário coletivo do homo sapiens sapiens. Por décadas um grupo espalhado em vários países sonharam com uma peça que flutuasse e ganhasse movimento sem apoio, sem atrito. Impossível? Bem, certamente que não é algo pontual. Fatos: temos 2 projetos bastante avançados:

Contra fatos…

O ponto é provar que um sonho nada mais é que uma meta audaciosa. Sem uma meta audaciosa, não há rompante de desenvolvimento, não há ruptura com a inércia. E seja o sonho um objeto como mostrado acima, um resultado a longo prazo, uma ação pontual, não interessa: sem ação e persistência, sem girar a chave da mesmice para pensar fora da caixinha não há mudança.

Tivemos também no final dos anos 70 e nos anos 80 empresas como Microsoft e Apple em seus formatos embrionários. Computadores pessoais? Não havia dinheiro sobrando na praça e qualquer investidor, por mais aventureiro que fosse duvidaria que em cada lar, num futuro de médio prazo teria até mais de um computador. Bem… O que se tornaram os celulares?

Flavio Junior - Free ImagesPara o alto e…

O Me.Ha bate sempre nesta tecla: vislumbrar e perseguir um horizonte desafiador. O cenário pode ser macabro, o caixa inexistente, o método desconhecido. Com um próposito, nós vamos muito longe.

Reflita o propósito real do seu negócio. Fazer dinheiro? Apenas consequência. O que o faz sair da cama? No site Além do Estilo da amiga Consultora de Imagem, temos um material muito interessante para iniciar os primeiros passos para encontrar nossos propósitos. Leia, reflita, converse!

Estamos aqui para ajudar e teremos imenso prazer em descobrir junto com você novos propósitos, novas formas de enxergar o mundo dos seus clientes!